
Mesmo com a suspensão das aulas, as crianças que precisarem vão ter acesso à merenda escolar. A orientação do Ministério Público do Paraná visa atender os estudantes em situação de vulnerabilidade social e indica que a entrega de alimentos deve ser feita de forma a não aglomerar pessoas. Confira os detalhes na reportagem.
Foto: Hedeson Alves /AEN
O fornecimento de alimentação aos estudantes em situação de vulnerabilidade social deve ser mantido, apesar da suspensão das aulas na rede pública, determinada como medida de prevenção ao contágio com o Coronavírus. Segundo a promotora de Justiça Luciana Linero, que atua no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança e do Adolescente e da Educação, a orientação tem a intenção de garantir os direitos fundamentais dos estudantes.
As aulas na rede estadual estão suspensas a partir desta sexta-feira, 20 de março e as redes municipais tem adotado medidas semelhantes. O centro de apoio está em contato com as secretarias municipais para que analisem a melhor maneira de garantir o acesso à merenda em sua cidade. Em Araucária , por exemplo na Região Metropolitana de Curitiba, os pais que quiserem receber merenda dos filhos vão ter horários pré-determinados para a retirada dos alimentos, que podem ser levados para casa. A ideia é evitar que muitas pessoas cheguem para receber o alimento ao mesmo tempo, o que acabaria sendo um possível vetor de contágio. Mas a promotora Luciana Linero destaca o formato da distribuição pode ser diferenciado, de acordo com a realidade de cada município.
Repórter Amanda Yargas