
A esgrimista Carmem Oliveira vai para sua primeira Paralimpíada , é claro, com o sonho da medalha, e conta que admira o respeito que o esporte traz e a sociabilidade.
A esgrima em cadeira de rodas é um dos mais tradicionais esportes paralímpicos. Ela foi criada em 1953 pelo médico alemão ludvih Ludwig Guttmann, que iniciou o movimento de adaptação dos esportes em modalidades para pessoas com deficiência e é disputada desde a primeira edição dos Jogos Paralímpicos, realizada em 1960 em Roma.
As classes se dividem de acordo com a mobilidade do braço armado e do equilíbrio sentado do esgrimista, sendo que algumas contam com fixação da arma ao braço. A cadeira fica fixa e se ela se move o combate é interrompido.
No feminino, a paratleta Carmem Oliveira representa o Paraná em Tóquio. E esse momento de competição entre os melhores do mundo é fonte de inspiração. Foi assim que ela entrou para o esporte.
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Carmen conta que o que mais a encantou na esgrima foi o respeito entre todos.
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Com a vaga para disputar sua primeira paralimpíada, ela avalia os desafios e pontos fortes para a competição.
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Como não poderia deixar de ser, as Paralimpíadas são o momento mais aguardado no alto rendimento, mas a esgrimista Carmen Oliveira lembra que o esporte traz benefícios em qualquer nível.
Amanda Yargas