
Para especialista, é preciso garantir a segurança e bem-estar físico e psicológico da equipe, mas também é fundamental treinar novos líderes para uma mudança de paradigma das relações de trabalho.
Por Fernanda Nardo
Com a chegada de uma nova onda de contaminações por Covid-19, várias empresas estão adiando os planos de retomada do trabalho presencial. Os números da Covid não param de subir. Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SESA), de domingo (23), foram 5.502 novos casos confirmados no Paraná, e seis óbitos, no período de 24 horas. O Estado soma 1 milhão e 806 mil casos da doença. A grande maioria são casos com sintomas leves, com baixo número de internamentos graves e óbitos. Por esse motivo, a startup DealerSites desistiu de levar os profissionais de volta ao escritório e priorizou o trabalho híbrido. Segundo a gerente de Recursos Humanos da empresa, Andreza Shibata, a decisão foi tomada em conjunto com a equipe.
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A psicóloga e presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Andrea Gauté, destaca que a escolha pelo modelo híbrido depende do tipo de trabalho e da cultura organizacional. No entanto, é fundamental garantir que o ambiente esteja propício e seguro diante da alta nos casos de covid-19. Para ela, independente da escolha do modelo, é necessário desenvolver líderes conectados com as novas formas de olhar para as relações de trabalho.
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A psicóloga enfatiza que independente do modelo de trabalho, é necessário resgatar uma liderança mais humanizada e empática.
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