Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná

PCPR realiza operação contra tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo no Oeste do Estado

Por Comunicação. Publicado em 06/08/2024 às 13:00.

PCPR realiza operação contra tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo no Oeste do Estado

Júri de ex policial penal acusado de matar tesoureiro do PT em Foz é remarcado em Curitiba

Organização criminosa ligada à falsificação de documento público e movimentação de mais de R$ 23 milhões é alvo de operação no Paraná

As informações com Mauro Contti


A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou nesta terça-feira (6) uma operação para cumprir 45 ordens judiciais contra um grupo criminoso ligado ao tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo no Oeste do Estado. Cerca de 70 policiais civis foram mobilizados para cumprir 23 mandados de prisão e 22 mandados de busca e apreensão em Toledo, Marechal Cândido Rondon e Cascavel. A ação inclui suporte aéreo de helicóptero da PCPR e equipes da Polícia Militar do Paraná (PMPR).
//
A Justiça do Paraná remarcou o júri popular do ex-policial penal Jorge Guaranho, acusado de matar o Guarda Municipal Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu. Na decisão, as novas datas foram os dias 11, 12 e 13 de fevereiro de 2025. A previsão é de que no dia 11, o júri comece às 10 horas e nos demais dias, caso necessário, às 09h30. O julgamento vai acontecer em Curitiba. O júri estava marcado para acontecer em abril deste ano, em Foz do Iguaçu, mas após um pedido da defesa, o julgamento foi adiado e transferido para a comarca da capital.
//
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu nesta terça (6) 71 ordens judiciais contra uma organização criminosa especializada em falsificação de documentos públicos. O esquema criminoso causou prejuízos estimados em R$ 23 milhões ao Tribunal de Justiça do Paraná.
A ação policial envolve a execução de 29 mandados de prisão preventiva e 42 mandados de busca e apreensão. O grupo tentou movimentar mais de R$ 207 milhões. A segurança bancária e do Tribunal identificou a fraude e bloqueou parte do valor, restando aproximadamente R$ 23 milhões de prejuízo.