
31% dos jovens com idade entre 18 e 24 anos foram diagnosticados com ansiedade, de acordo com pesquisa
Por Marinna Prota
A busca por praticidade e rapidez na comunicação por meio das redes sociais tem se tornado uma armadilha para muitos, de acordo com especialistas em comportamento humano. Recursos que possibilitam acelerar os áudios e vídeos se tornaram comuns dentro da rotina frenética adotada pela população, principalmente por jovens.
Para a psicóloga Sagriely de Paula Szymczak, o hábito de acelerar os conteúdos pode prejudicar a capacidade de foco e a habilidade de lidar com frustrações.
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Uma pesquisa do Conselho Nacional de Secretários de Saúde mostrou que 31% dos jovens com idade entre 18 e 24 anos foram diagnosticados com ansiedade.
Segundo a psicóloga, essa geração mais jovem está se acostumando com a ideia de não assistir algo até o final, o que pode resultar em indivíduos mais ansiosos e menos tolerantes no futuro.
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A especialista explica ainda que o consumo constante de vídeos curtos nas redes sociais estimula a produção excessiva de dopamina no cérebro.
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De acordo com especialistas, é essencial que as pessoas reflitam sobre como a busca por praticidade pode impactar negativamente em sua saúde mental e busquem um equilíbrio na relação com a tecnologia.