
Desde o início do verão, usuários estão relatando problemas na travessia da baía de Guaratuba. Com mais um trapiche interditado, a travessia de balsa continua operando, mas a demora pode ser ainda maior.
Por Fernanda Nardo
O trapiche do ferry boat de Guaratuba afundou na noite segunda-feira (31). O flutuante danificado é o que fica no município. Já no lado de Caiobá, a empresa BR Travessias interditou a ponte-3 e o flutuante porque, segundo a empresa, ambos estão em “adiantado estado de deterioração”. A obra não tem previsão de término. Desde o início do verão, usuários estão relatando problemas na travessia da baía de Guaratuba. Com mais um trapiche interditado, a travessia de balsa continua operando, mas a demora pode ser ainda maior. A chegada e a saída do município também pode ser feito via Garuva. Em nota, o Departamento de Estrada e Rodagem do Paraná (DER), informou que junto com a Prefeitura de Guaratuba irá ajuizar uma ação para que a concessionária, num prazo de 24 horas, realize as intervenções necessárias nas estruturas que dão suporte a operação na baía de Guaratuba. Segundo o departamento, a medida se faz necessária, visto que, as tratativas administrativas referente às intervenções nas respectivas estruturas foram esgotadas e não tiveram êxito. Conforme comunicado divulgado na tarde da última segunda-feira (31) pela concessionária, todas as estruturas estão sendo inspecionadas e passarão por um processo de reconstrução que implicará em interdição dos conjuntos de ponte e flutuante. Segundo a concessionária, aquele porto estava inoperante por mais de 24 horas, passava por inspeção. No momento em que parte da estrutura cedeu não havia risco à segurança.