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Bancada do Paraná no Congresso fecha apoio a pedágio pela menor tarifa

Por Jornalismo. Publicado em 13/05/2021 às 16:03.

Bancada do Paraná no Congresso fecha apoio a pedágio pela menor tarifa.// Acusado de matar a menina Rachel Genofre é condenado a 50 anos de prisão. // Servidores públicos de hospitais federais entram em greve.///
As informações com Juliana Sartori.

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Os senadores Flávio Arns Alvaro Dias e Oriovisto Guimarães (Podemos) e a bancada dos deputados paranaenses em Brasília fecharam com a posição unânime do estado pela menor tarifa e sem taxa de outorga no próximo leilão das estradas pedagiadas. O Ministério da Infraestrutura propõe a concessão de novos pedágios em modelo híbrido, com leilão por menor tarifa e cobrança de um depósito caução como critério de desempate, além de limite de desconto de 17 e aumento de 40% após duplicações. Segundo Arns, que participou da 15ª audiência da Frente Parlamentar sobre o Pedágio, está claro que a sociedade paranaense quer a menor tarifa, sem taxa de outorga e sem degrau tarifário. Ele confirmou que os senadores Alvaro Dias e Oriovisto Guimarães e o coordenador da bancada paranaense no Congresso Nacional, deputado Toninho Wandscheer (Pros) também concordam com o posicionamento.

 

Carlos Eduardo dos Santos, o homem acusado de matar a menina Rachel Genofre no ano de 2008, foi condenado a 50 anos de prisão pelo crime. A decisão é do júri popular realizado no Tribunal do Júri, em Curitiba, nesta quarta-feira. Rachel Genofre foi morta em 3 de novembro de 2008, quando tinha 9 anos. O corpo foi encontrado dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba. Carlos Eduardo foi identificado como autor do crime em 2019, por meio de amostras de DNA e cruzamento de dados das polícias do Paraná, de São Paulo e do Distrito Federal. Na ocasião, ele já estava preso em Sorocaba (SP) por outros crimes e acabou confessando a morte da menina.

 

Os servidores públicos da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, responsável pela gestão dos hospitais universitários e vinculada ao Ministério da Saúde, entraram em greve a partir desta quinta em 17 Estados por perdas salariais. No Paraná, a expectativa do sindicato da categoria é que de 500 a 600 funcionários do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, parem de trabalhar, ou seja, 50% do efetivo. No entanto, em respeito ao momento de pandemia, os trabalhadores do setor de Covid do HC de Curitiba não vão parar. Em todo o Brasil, cerca de 50 mil trabalhadores devem aderir à paralisação. As perdas salariais chegariam a 27%, segundo a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal.