
Produção da carne celular evita o sofrimento e o abate de animais, é mais saudável , além de mais sustentável.
Repórter Rodrigo Matana, sob supervisão de Alice Lima – uma parceria Rede AERP de Notícias e Agência Escola UFPR.
Já imaginou comer uma picanha ou peito de frango sem precisar abater um animal para isso? É essa a proposta da carne celular ou carne cultivada. De acordo com a professora Carla Molento, do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Paraná, a alternativa deve representar 60% do mercado global de carnes até 2040.
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A pesquisadora explica que a produção da carne celular apresenta uma série de vantagens em relação à carne convencional, como evitar o sofrimento e o abate de animais, ser mais saudável para as pessoas, além de mais sustentável.
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Em alguns países da Europa e nos Estados Unidos, a produção da carne celular, e até o consumo, já são realidade. Em Singapura, na Ásia, é possível comprar o alimento em alguns mercados. No Brasil, os investimentos em pesquisas e produção também avançam.
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A UFPR é a única universidade da América Latina que terá, ainda em 2023, um laboratório de Zootecnia Celular. Coordenado pela pesquisadora Carla Molento, o projeto envolve quase 20 pesquisadores, entre estudantes de graduação e de pós-graduação, e está em fase final de montagem.
Agência Escola UFPR – Um projeto da Universidade Federal do Paraná que conecta ciência e sociedade. Para apresentar aos públicos as pesquisas da UFPR, produz conteúdos em vários formatos, como matérias, reportagens, audiovisuais, eventos e muito mais.