
Nos últimos meses os consumidores estão sendo obrigados a conviver com os constantes reajustes dos preços dos combustíveis. Confira na reportagem as orientações de especialista, que afirma que os preços devem seguir altos, pelo menos até o fim deste ano.
Na última semana o aumento da vez foi do etanol, que encareceu com o atraso na colheita da cana no Centro-Sul, devido à estiagem. O produto influencia também a gasolina, que, no Brasil, tem 27% de etanol em sua composição.
Na semana de 16 a 22 de maio, no Paraná, o litro da gasolina comum custava em média R$ 5,53. O litro do etanol estava em R$ 4,38 e do diesel R$ 4,29. Os dados são de levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A partir de junho, o volume de etanol colocado no mercado deve aumentar e a tendência é de que os preços caiam. Entretanto, eles não vão voltar aos patamares do final do ano passado e início deste ano. É o que avalia o economista, professor de economia da PUCPR, Rodolfo Coelho Prates.
SONORA 1
Encontrar alternativas para driblar a alta nos preços é uma necessidade neste período. Rodolfo Prates orienta a sempre fazer a velha comparação entre os valores dos combustíveis.
SONORA 2
A conta é feita todos os dias pelo motorista de aplicativo Sérgio Guerra, que está na profissão há três anos. Ele diz que a troca já não está compensando.
SONORA 3
Rodolfo Coelho Prates, economista, comenta que os preços devem seguir altos, pelo menos até o fim deste ano.
SONORA 4
Repórter Grasiani Jacomini