
A doença provoca dores intensas e incapacitantes e acomete especialmente tendões e articulações, causa fadiga, distúrbios de sono e alterações de humor.
Por Fernanda Nardo
Estima-se que existam quatro milhões de pacientes com fibromialgia, conforme o estudo “A prevalência da fibromialgia no Brasil’. Destes, cerca de 90% dos afetados são mulheres. O médico reumatologista e coordenador da comissão de dor e fibromialgia da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Fernando Augusto Chiuchetta, explica que a doença provoca dores intensas e incapacitantes, sem causa aparente, por mais de três meses. Ele destaca que a doença acomete especialmente tendões e articulações, causa fadiga, distúrbios de sono e alterações de humor.
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O diagnóstico é essencialmente clínico, por meio de avaliação médica e conversa para entender o histórico do paciente. Os exames laboratórios geralmente são feitos para afastar outras possibilidades de diagnóstico. Segundo o médico, a fibromialgia ocorre por uma predisposição genética, e alguns gatilhos, físicos e emocionais, podem desencadear esse quadro.
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Entre o tratamento estão os medicamentos alopáticos para o controle da dor, em algumas situações, além de atividade física, melhorar a alimentação e qualidade do sono, como destaca o especialista.
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Para prevenir, o médico acrescenta que é fundamental manter os pilares indicados para uma boa saúde, como alimentação, movimentação, rotina e autoconhecimento.