
A inadimplência no pagamento do IPVA pode gerar a perda do direito de circular com o veículo, além de multas e juros diários. No caso do IPTU, as penalidades incluem a inclusão do imóvel na dívida ativa do município, restrição de crédito e, em casos extremos, até leilão judicial
Por Flávia Consoli
O início do ano traz consigo despesas tradicionais que podem pesar no orçamento familiar, como o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Esses tributos são essenciais para o funcionamento de serviços públicos, mas o atraso no pagamento pode gerar multas, juros e complicações financeiras, como restrições de crédito. Para ajudar os contribuintes a se organizarem, o especialista em direito bancário, Dr. Rafael Guazelli, compartilha orientações práticas sobre como gerenciar essas obrigações e evitar problemas
SONORA
Após os gastos de fim de ano, como festas, férias e material escolar, organizar as finanças pode ser desafiador. Fazer um levantamento das despesas fixas e variáveis para os próximos meses e categorizar os tributos como prioridade são passos essenciais. O não pagamento pode resultar em multas pesadas e até na inclusão na dívida ativa. A inadimplência no pagamento do IPVA pode gerar a perda do direito de circular com o veículo, além de multas e juros diários. No caso do IPTU, as penalidades incluem a inclusão do imóvel na dívida ativa do município, restrição de crédito e, em casos extremos, até leilão judicial do bem. Manter uma boa educação financeira e criar uma rotina de organização desde o começo do ano é fundamental para atravessar o início deste novo 2025 sem complicações financeiras.