
Estudo feito pela UEL indica que a evidência de sintomas persistentes devem ser olhados mais de perto por equipe multiprofissional.
Por Fernanda Nardo
Cerca de 53,%, ou seja, mais da metade dos 259 pacientes acompanhados pelo estudo “Avaliação clínica funcional após diagnóstico por SARS-CoV-2 no município de Londrina-PR” apresentam pelo menos um sintoma persistente da infecção de Covid-19 após seis meses. Esse é um dos resultados preliminares do projeto, em execução desde outubro de 2020 e que passa pela fase de coleta de dados. Segundo a coordenadora do projeto e professora do Departamento de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Celita Salmaso Trelha, os resultados preliminares apontam que os sintomas mais frequentes são fadiga, dores e mal estar, dor de cabeça, desânimo e perda de olfato.
SONORA
Segundo a professora, a evidência de sintomas persistentes indica que a pessoa deve buscar acompanhamento médico.
SONORA
Outro ponto evidenciado pela pesquisa é que cerca de 30% do total dos participantes relata ter, mesmo meses após a infecção, incômodos leves ou muito leves que comprometem, de algum modo, suas atividades diárias, seja no lazer ou no trabalho.