
Psicólogo explica as consequências emocionais do abandono paterno.
Por Fernanda Nardo
Cerca de 5,5 milhões de crianças brasileiras não têm o nome do pai na certidão de nascimento, de acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No entanto, o abandono paterno traz sofrimentos emocionais que podem perdurar na vida adulta, como pontua o psicólogo e professor da Estácio, Thales Coutinho.
SONORA
Nesta situação, é comum que a criança abandonada sinta insegurança e revolta, forje um tipo de apego disfuncional, chamado de “evitativo”. Nesta teoria, criada pelo psicanalista inglês John Bowlby, não necessariamente a criança abandonada repetirá o mesmo comportamento do pai na vida adulta, como descreve Coutinho.
SONORA
O especialista da Estácio enfatiza que o melhor caminho é buscar mecanismos de combate ao abandono afetivo masculino.
SONORA