
40% dos adolescentes passam mal em procedimentos com agulhas; pais e cuidadores podem ajudar a diminuir o medo incentivando a imunização e evitando que o trauma se perpetue pela vida.
Por Fernanda Nardo
Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), 40% dos adolescentes passam mal em procedimentos com agulhas. Esse, assim como o sentimento de pânico e choro, são sintomas de pessoas com aicmofobia, nome dado para a fobia de agulhas. Diferente do que muitos pensam, a aicmofobia não é frescura, mas sim uma patologia que pode ser minimizada ainda na infância, com medidas paliativas e muita conversa antes e no momento da vacinação, como pontua a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Kátia Oliveira.
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Ela explica que, caso seja feita uma má condução, a criança pode crescer com um trauma crescente, fazendo com que sinta ainda mais dificuldade em lidar com a situação da vacinação na vida adulta. Kátia explica que algumas dicas podem ajudar muito na hora dos pais lidarem com a vacinação.
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