
Mulher é presa após causar prejuízo de R$300 mil para empresa ao vender serviços e não repassar valores
Influenciadora que divulgava jogo do tigrinho é alvo de operação no Paraná
Paraná registra maior salto do País nas contratações femininas no setor industrial de suínos
Com Marinna Prota
Uma mulher de 42 anos está sendo investigada pela Polícia Civil (PC-PR) por ser suspeita de gerar um prejuízo de R$ 300 mil à empresa em que ela trabalhava em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. As investigações apontam que ela usava os serviços da companhia, mas quando vendia os produtos não realizava o registro no caixa e se apropriava dos valores.
O crime apontado na investigação é de estelionato, na modalidade fraude eletrônica.
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Uma influenciadora digital de 30 anos, foi alvo nesta semana de uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) e o Ministério Público do Paraná (MPPR). De acordo com as investigações, a influenciadora que mora em Wenceslau Braz, no norte do estado, é investigada por supostamente fazer parte de um grupo suspeito de envolvimento na divulgação de plataformas clandestinas de jogos de azar, como o “Jogo do Tigrinho”, lavagem de capitais e associação criminosa. Entre 2023 e 2024, o esquema teria movimentado mais de R$ 45 milhões.
As infrações penais atribuídas ao grupo são exploração de jogos de azar, lavagem de dinheiro, crimes contra as relações de consumo e associação criminosa.
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O Paraná é o segundo maior empregador de mulheres em frigoríficos de suínos no Brasil, atrás de Santa Catarina.
Os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego de 2023, são analisados no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 7 a 13 de março. Naquele ano, o Brasil tinha 119.546 trabalhadores nas indústrias de suínos. Desses, 42% eram mulheres. O Paraná contabilizava 27.745 vínculos formais, dos quais 45% eram ocupados por mulheres.