
O processo tradicional de produção do queijo colonial do sudoeste paranaense pode ganhar uma marca coletiva, protegendo a identidade e garantindo a qualidade do produto regional. Além disso, o reconhecimento pode abrir novos mercados.
por Amanda Yargas
O Sudoeste do Paraná quer lançar uma marca coletiva dos queijos artesanais da região. O pedido foi feito ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e, se aprovado, deve agregar valor aos produtos da região, como avalia a consultora do Sebrae Alyne Chicocki.
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Além disso, a consultora considera que a criação da marca deve fortalecer ainda mais a identidade e o acesso ao queijo do sudoeste paranaense.
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Para poder vender seus produtos sob o selo Queijo do Sudoeste, os produtores vão ter que respeitar especificações técnicas e de boas práticas específicas. Segundo Claudemir Roos, presidente da Associação dos Produtores de Queijo Artesanal do Sudoeste do Paraná (Aprosud), a criação da entidade, e a orientação de instituições científicas e técnicas favoreceu a organização e o reconhecimento do produto local.
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A intenção é que a marca coletiva, caso aprovada, abra novos mercados para o Queijo do Sudoeste.
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