
A BR-277 segue com problemas estruturais e as medidas paliativas seguem sem surtir efeito no trecho com rachaduras.
Por Marinna Prota
Três dias depois que o Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), tapou as rachaduras encontradas no KM 33, da BR-277, em Morretes, elas voltaram a abrir. Em registros feitos por usuários da rodovia, é possível ver quando o procedimento foi feito, cobrindo toda a extensão da fenda aberta. Um trabalho feito no dia 11 de março. No dia 14 de março, as rachaduras estavam novamente aparentes e engoliram a massa asfáltica colocada.
Para a geóloga e doutora em geotecnia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Adriana Talamini, a aparição de fendas preocupam por serem uma espécie de “aviso” para um desmoronamento.
SONORA
Em nota, o DNIT confirmou a reabertura da fenda e disse que a equipe de sondagem esteve no local. Afirmou ainda que os serviços começam nesta quarta-feira (15) e que “está realizando diversos serviços de levantamentos e a partir desses resultados, será possível avaliar com maior precisão, as principais causas do rompimento do talude de aterro”.
Somente após esses levantamentos é que o órgão vai definir que tipo de medida será tomada e qual obra de contenção vai ser executada.
SONORA
Uma outra rachadura identificada no KM 28 da rodovia também foi analisada e o DNIT afirmou que se trata apenas de desgaste do asfalto, sem perigo para o tráfego de veículos.