
Especialista destaca a relevância do ecossistema costeiro e a importância de estudos prévios para preservar a biodiversidade local.
O projeto de revitalização da restinga de Matinhos, no Litoral do Paraná, foi parcialmente embargado devido ao uso de espécies não nativas, como a Clusia fluminensis. O Ibama destacou a preocupação com esse tipo de procedimento na orla da praia.
O alerta emitido pela instituição fiscalizadora é reforçado pela professora Márcia Marques, especialista em Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, que destaca a importância da restinga de Matinhos no ecossistema costeiro.
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Quanto à utilização da espécie não nativa, a Clusia fluminensis no projeto de revitalização, a professora alerta sobre o risco de invasão. A introdução de espécies exóticas pode levar à competição com as nativas, resultando na perda de nichos e habitats naturais para a fauna e flora local.
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A solução apontada pela especialista para os trabalhos realizados em Matinhos está nos estudos prévios e identificação das espécies nativas da região que possam ser utilizadas no processo de restauração.
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