
A Associação Brasileira dos Produtores de sementes (ABRASEM) iniciou uma campanha nacional de combate ao uso de sementes piratas. No caso do feijão, estima-se que 55% da plantação nacional, seja, feita através das sementes sem registros. O diretor executivo da APRASEM (Associação Paranaense de sementes e mudas) Oribel Silva explica que levantamentos feitos pela associação indicam que a semente pirata reduz a produtividade e não oferece garantias de qualidade para as lavouras. Ele conversa com a jornalista Ligia Gabrielli.