
Sesa confirma primeira morte por coqueluche no Paraná em 5 anos
Expectativa de vida dos paranaenses chega a 79,2 anos, segundo IBGE
Cachorro é resgatado de bueiro em Foz do Iguaçu por Policial Militar
Com Marinna Prota
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) confirmou a primeira morte por coqueluche no Paraná, após cinco anos, nesta quinta-feira (25). A vítima foi um bebê de seis meses que morava em Londrina, na região norte. A última morte havia sido registrada em 2019, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais.
A Sesa investiga outra morte, a de um bebê de três meses, que morava em Irati. O Ministério da Saúde foi notificado sobre os casos. Conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche é uma doença aguda respiratória altamente contagiosa.
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A expectativa de vida dos paranaenses chegou a 79,2 anos. O índice deste ano está acima da média nacional, de 77,6 anos e é o sexto melhor do País. Santa Catarina tem a maior média de 81,1 anos. O dado faz parte do relatório mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o órgão federal, o Estado deve alcançar a marca dos 80 anos em 2028.
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Um cachorro ficou preso dentro de um bueiro e foi resgatado por um policial em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O soldado da Polícia Militar (PM) estava fazendo um patrulhamento junto com um colega quando foram abordados por algumas pessoas. O homem iniciou o salvamento do cachorrinho e conseguiu resgatá-lo. A imagem circulou nas redes sociais. O cachorro não se feriu.
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