
Uso excessivo de telas desde a primeira infância compromete etapas fundamentais para o ciclo de desenvolvimento da criança.
Por Fernanda Nardo
Cada vez mais expostos ao uso de todos os tipos de telas, crianças e adolescentes estão sujeitos a uma hiperestimulação que pode trazer consequências imediatas e de longo prazo para o desenvolvimento cognitivo e emocional. O uso excessivo de telas desde a primeira infância compromete ou até substitui etapas e práticas fundamentais para o ciclo de desenvolvimento da criança. Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 2021, revelou que uma em cada quatro crianças e adolescentes apresentam ansiedade e depressão. A tela proporciona um prazer que se torna difícil de comparar com outras atividades e, a partir disso, a criança passa a achar tudo menos interessante e fica desestimulada, com dificuldade de concentração e frequentemente ansiosa ou irritada, como explica a coordenadora da Educação Infantil do Colégio Positivo, Kaline Mazur.
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Ela fala sobre os estímulos que uma criança recebe quando está na frente de uma tela.
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A especialista destaca as consequências do excesso de estímulos no período da infância.
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Ela reforça que as consequências podem atingir o desenvolvimento motor da criança.
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