
O especialista detalha os possíveis reflexos da medida sobre a economia brasileira, aponta outros produtos que podem ser alvo de novas taxações no futuro e sugere estratégias para o Brasil minimizar os prejuízos, como diversificar mercados e ampliar parcerias comerciais
Por Flávia Consoli
Nos últimos dias, a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas de 25% sobre a importação de aço e alumínio chamou a atenção. A medida impacta diretamente o Brasil, que é o segundo maior fornecedor desses produtos para o mercado americano, ficando atrás apenas do Canadá. Além disso, há a possibilidade de expansão das chamadas “tarifas recíprocas”, que podem afetar também o etanol brasileiro, intensificando as tensões comerciais entre os dois países. Para entender os motivos dessa imposição e os efeitos sobre as relações comerciais entre os EUA e o Brasil, o especialista João Alfredo Lopes Nyegray, doutor em Internacionalização e Estratégia, explica
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Quanto aos impactos econômicos, Nyegray avalia os prováveis efeitos dessa decisão para o Brasil e se há outros produtos que poderiam ser alvo de novas taxações dos Estados Unidos
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Para saber como o Brasil pode compensar a possível redução nas exportações para os Estados Unidos, o especialista analisa alternativas, como ampliar mercados e buscar novos parceiros comerciais
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Entre janeiro e novembro de 2024, a produção de aço bruto no Brasil alcançou 31,1 milhões de toneladas, registrando um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período de 2023. Apesar desse aumento, o desempenho das exportações foi o ponto mais crítico do ano passado.