
Centenas de negócios fecharam as portas na pandemia e muitos migraram para a modalidade híbrida depois do relaxamento das medidas de distanciamento social. O coworking se tornou uma opção mais do que viável em alguns casos.
Por Marinna Prota
Sete em cada dez profissionais afirmam que preferem o modelo de trabalho flexível, depois de experimentar o home office na pandemia. Isso é o que demonstra um relatório recente da agência de Tecnologia da Informação e engenharia Apollo Technical. Já antevendo esta tendência, mesmo antes do isolamento social, empresas de coworking, os chamados escritórios compartilhados passaram a oferecer ambientes colaborativos e com as mais variadas opções.
André Pegorer, fundador do Nex Coworking, que surgiu há 11 anos em Curitiba, explica que a pandemia acabou acelerando um processo quase que natural. E depois disso, as empresas passaram a encontrar no espaço compartilhado uma alternativa social, e até financeira, vantajosa.
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Em uma pequena empresa, de dez funcionários, os custos fixos com aluguel, manutenção e facilities, podem girar em torno de R$9 mil mensais, o que segundo a calculadora do site Vem Pro Coworking pode ter uma economia de 78% com a adoção da modalidade de trabalho em escritório compartilhado.
Cerca de 46% das empresas em todo o Brasil adotaram o home office como modelo de trabalho durante a pandemia. Já o perfil de quem optou pelo coworking acaba sendo o mais variado, de grandes escritórios de tecnologia a pequenos e-commerces .
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